1.
APRESENTAÇÃO
Este
trabalho se propõe mostrar que é possível furgimos da rotina da sala de aula,
pois podemos organizar uma aula mais prazerosa e atrativa através de um jogo
simples.
Os
materiais utilizado são uso do cotidiano do alunos, pois pode ser adquirido
inclusive pelos alunos, tornarem-se um material didático riquíssimo e capaz de
contribuir com a aprendizagem do aluno.
Muitas
vezes, adquirir jogos fabricados podem não ser acessível aos professores e tão
pouco ao colégio. Portanto este jogo com criatividade e paciência é possível
confeccionar este jogo interessante, além de simples trabalho para o professor
na confecção do material e em contra partida supervalorizado pelos alunos.
Um dos jogos mais antigos
e atrativo que a humanidade conhece, o dominó é um tipo jogo de mesa que não tem origem perfeitamente esclarecida. E conhecido
por vários povos, tendo assim, muitas variações para o jogo. Todas as pessoas
de todas as idades podem e se diverti com esse jogo.
O
dominó tradicional é constituído de 28 peças, que podem ser composta por
madeira, papelão, marfim ou outro material qualquer. Nas metades dos retângulos
são escritas todas as combinações possíveis de número de 0 a 6.
Neste
jogo, serão envolvidas alguns elementos da tabela periódica: os símbolos e os
nomes dos elementos. É importante que o aluno tenha em mãos uma tabela periódica,
a fim de tirar duvidas que venham a aparecer durante o jogo. Mesmo assim,
daremos a eles um breve subsidio, com o objetivo de contribuir pra o
entendimento da classificação periódica dos elementos químicos, colaborando,
assim, para um bom desenvolvimento no jogo.
· Memorizar
símbolos e nomes mais conhecidos da tabela periódica.
· Exercitar a
memória e o raciocínio.
· Trabalhar
com a existência de regras.
· Melhorar a
capacidade de se relacionar em grupo.
· Organização
dos elementos da tabela periódica.
· Elementos
químicos.
· Número
atômico e número de massa
· Nomes e
símbolos de 28 elementos da tabela periódica impresso em papel A4.
· 28
retângulos de papel madeira na medica da parte externa da caixinha de fósforo.
· Cola e
tesoura.
· Fita adesiva
transparente ou papel contact transparente.
· Envelopes
pequenos.
· Recortar o
papel que contem os símbolos e nomes em forma de retângulo.
· Colar no
papel madeira.
· Passar a
fita transparente sobre os símbolos e nomes.
· Recortar os
retângulos
· o jogo será
realizado com 4 participantes.
· As peças são
viradas para baixo e misturada. Qualquer participante pode fazer essa parte e,
se algum participante achar que não foi bem mexido, este tem o direito de
misturá-las novamente. Todos tem direito de mexer as peças se achar necessário.
· Cada
participante pega 7 peças, procurando não mostrá-los ao demais participantes.
· Começa o
jogo quem tiver o símbolo H (hidrogênio)
· Iniciando o
jogo, cada participante (em sentido horário) coloca uma peça que se encaixe em
uma das pontas das series que está se formando com as peças que estão sendo
colocadas.
· Caso o
participante não tenha uma das peça que se encaixe em nenhuma das “pontas”,
este passará a vez para o próximo participante.
· Vence o
participante que descarregar todas as peças da mão.
· Se,
porventura, todos os participantes passarem a vez, por não terem peças para
colocar, isso significa que o jogo ficou “travado”. Neste caso, vence aquele que
tiver a menor soma dos números atômicos dos elementos que estiverem em suas
mãos.
Memórias
do estagio supervisionado I – Curso de Química
No segundo dia de estágio
a professora ministrou o assunto sobre Tabela Periódica e antes da explanação
do conteúdo a mesma levou alguns materiais do dia-a-dia e outros ela comentou
em sala associando a organização, classificação de algumas atividades do
cotidiano com o conteúdo e logo após esta exposição foi que houve a aula
expositiva e dialogada, que ao termino da explicação a professora ensinou para a turma
alguns macetes de como aprender nomes, símbolos e a família dos elementos a
qual eles pertencem na tabela periódica esta foi mais uma pratica pedagógica
executada pela educadora, não bastava ela orientar seus macetes, mas também
procurou estimular em cada aluno a produção de seu próprio macete.
Sabemos que na metodologia
expositiva o aluno recebe tudo pronto, não problematiza, não e solicitado a
fazer relação com aquilo que já conhece ou a questionar a lógica interna do que
está recebendo, e acaba se acomodando. Assim percebi o quanto o novo professor
deve assumir a sua profissão com muita noção do que e como ensinar.
‘‘A prática deve mesmo
constituir-se como o ponto de partida do currículo de formação (...) o processo
de formação dos professores deve começar pelo estudo e análise do ato de
ensinar. Nos programas de formação, o conhecimento deve reporta-se a prática e
ao conjunto de problemas e interrogações que surgem no diálogo com as situações
conflituosas do cotidiano educativo’’. (Perez – Gomez, 1992, p.110).
Essencialmente, a educação
é uma prática, mas uma prática intencionada pela teoria. O exercício de
qualquer profissão é prático, no sentido de que se trata de aprender a fazer
algo ou ação. No entanto, a reflexão desta prática parte da experiência
concreta do trabalho pedagógico na sala de aula, onde ele acontece de maneira
efetiva, ou seja, o trabalho de sala de aula e uma ação de interação com a
realidade.
Assim com toda metodologia
de ensino presente na prática pedagógica da docente, eu procurei ser mais
participativa no estágio, e me prontifique em colaborar na sua próxima aula e a mesma me mostrou
seu plano de aula e me convidou a produzir o material a ser utilizado na
terceira aula que tinha o objetivo de contribuir para o entendimento da
organização da tabela periódica, assunto este ministrado anteriormente.
A produção foi o jogo do
dominó de química um dos jogos mais antigos e atraentes que a humanidade conhece. E
constituído de 28 peças, que podem ser compostas por madeira, papelão, marfim
ou outro material qualquer. Nas metades dos retângulos são escritas todas as
combinações possíveis de números de 0 a 6.
Nesse jogo, foram
envolvidos alguns elementos da tabela periódica: os símbolos e os nomes dos
elementos. E sem esquecer que cada aluno tivesse em mãos uma tabela periódica,
a fim de tirar dúvidas que pudessem surgir durante o jogo. Os objetivos do jogo
foram para: memorizar símbolos e nomes mais conhecidos da tabela, exercitar a
memória e o raciocínio, trabalhar limites, trabalhar com a existência de regras
e melhorar a capacidade de se relacionar em grupo.
Nossa me envolvi na ação, a professora
planejando sua aula para a confecção do jogo. De qual material seria
necessário, quais os procedimentos, a montagem das regras do jogo enfim à tarde
de folga da educadora foi especialmente para a produção deste material
significativo para a aprendizagem dos seus alunos.
Na terceira aula ainda
sobre a tabela periódica a professora da turma utiliza de outro meio de ensino,
concedendo ao aluno um novo método de aprendizagem e com isso utilizando o
lúdico como motivação e incentivacão da aprendizagem aproveitando desta
circunstância para realizar uma avaliação contínua.
No entanto para que haja
uma aprendizagem efetiva e duradoura e preciso que existam propósitos definidos
e auto-atividade reflexiva dos alunos. Assim, a autentica aprendizagem ocorre
quando o aluno está interessado e se mostra empenhado em aprender, por isso a
professora inseriu o lúdico no ensino de ciências. A aula foi um show, ela
pediu para que eu explicasse as regras, interagindo assim com a turma, dividimos os grupos com
quatro componentes em cada, houve a primeira jogada para que eles viessem a se
familiarizar-se com as regras e depois jogar e se divertir com o jogo de
dominó.
No quarto momento em sala
de aula foi a minha regência, lecionei ligações químicas (iônicas e
covalentes), antes de expor o conteúdo, fiz uma relação do cotidiano porque da
importância das ligações químicas, quais as vantagens e desvantagens e por que
devemos aprender. Em seguida ministrei o conteúdo de forma expositiva e
dialogada com a participação dos alunos e no final da aula propus aos alunos
que catássemos a música sobre ligações químicas. Aproveitei que tinha um aluno
em sala com violão, ele tocou e todos participaram cantando, mas antes disso
eles ouviram a música pelo micro-system e resolvemos improvisar. Bem após a
minha regência surgiram outras idéias de como ministrar esse conteúdo
utilizando de outros métodos pedagógicos para contribuir no processo de
ensino-aprendizagem dos alunos, mas essas idéias não ficaram perdidas, pois
passaram a fazer parte de minhas práticas pedagógica.
Realmente inserir o lúdico
no ensino de ciência, na prática pedagógica nos ajuda como educadores a atuar
como resgate da sensibilidade e do prazer do educando.
Portanto tive o privilégio
neste estágio observar que somente um trabalho eficiente e coeso da educadora
que tem a pretensão de quebrar os paradigmas seculares que segregam a educação
ao tradicionalismo cego e ao arcaísmo do uso indiscriminado somente do quadro e
do giz poderá transformar essa realidade. Que mesmo diante da desvalorização
profissional, o baixo salário e entre outras dificuldades postas e encontradas
no sistema educacional não há impende de desenvolver uma aula mais dinâmica aos
seus alunos, fazendo deles o principal sujeito da aprendizagem na perspectiva
da construção do conhecimento, pois o novo traz a inovação no processo de
ensino – aprendizagem.
Escrito
por: Verônica de Cássia Costa do Espírito Santo.

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